Instituto Accorsi

30 anos
de cuidado e dedicação à
saúde da mulher
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História da Clínica

Uma história de cuidado e atenção humanizada

O Instituto Accorsi é referência em Catanduva e região pelo atendimento de qualidade voltado à saúde da mulher. Fundado pelo Dra. Alfeu Accorsi há mais de 25 anos, a clínica é completa e preza pelo cuidado humanizado da paciente e de seus familiares. A missão do Instituto Accorsi é promover atendimento com toda atenção às mulheres, focando no seu bem-estar, saúde e qualidade de vida.

Profissionais

Prof. Dr. Alfeu Accorsi

“O cuidado, o carinho e a busca incessante pelo conhecimento nos direcionam para o melhor atendimento de nossas pacientes.”

Formado pela Faculdade de Medicina de Marília, com especialização em Ginecologia e Obstetrícia, Endócrino Ginecologia e Cirurgia Minimamente Invasiva, Mestre e Doutor em Medicina pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). Também possui especialização nas áreas de uroginecologia, ultrassonografia 4D e estética genital. Com 30 anos de experiência na profissão, ajudou mais de 30.000 mulheres, realizando mais de 13.000 cirurgias.

Prof. Enf. Leni Ap. Spagna Accorsi

“O atendimento
multidisciplinar é o pilar que rege o atendimento das pacientes no século XXI”.


Enfermeira formada pela Faculdade de Enfermagem da Universidade Mogi das Cruzes iniciou sua carreira em Catanduva no Hospital Padre Albino no ano de 1980. Ajudou na criação do setor Especialização no Tratamento de Queimados, a UTQ (Unidade de Tratamento de Queimados), e foi responsável pela implantação do serviço de enfermagem do Hospital Emilio Carlos na década de 1980.

Dr. Guilherme Accorsi

“O despertar da cirurgia ocorreu a mais de 10.000 anos, no século XXI evolui para a cirurgia robótica, e no futuro deixará de ser necessária.”

Formado pela Faculdade de Medicina de Catanduva e com especialização em Ginecologia e Obstetrícia. Aprofundou-se no tratamento das mulheres com câncer no Hospital do Câncer de Barretos. Especialista em Cirurgia Minimamente Invasiva, com 1 ano de estudo avançado em videolaparoscopia, foi o primeiro residente a concluir sua formação com título de Cirurgião Robótico.

Dra. Barbara

“Independente da idade, a mulher precisa ter cuidados e atenção essenciais com a saúde. E, desta forma, garantir qualidade de vida e autoestima.”

Formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos e especializada em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Santa Marcelina – referência para cirurgias Ginecológicas. Especializada na área de Urologia Ginecológica, aprofundou-se na área que cresce cada vez mais dentro da medicina da mulher – a Estética Íntima.
Blog & Conteúdo
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Especialidades e Procedimentos

Só quem é, sabe. Ser mãe começa muito antes do nascimento do bebê. A partir do momento em que o teste de gravidez deu positivo, a vida da mulher muda por completo. Muita coisa passa pela cabeça, ansiedade, incertezas, receios, mas principalmente, muito carinho, muito amor por aquele serzinho que está se desenvolvendo dentro de nós.

Aguardar os nove meses de gestação para só então ver o rostinho do bebê pode ser motivo de muita ansiedade para os pais. É comum que essa ansiedade aumente ainda mais no terceiro trimestre da gravidez, quando o parto se aproxima e o bebê começa a se movimentar mais.

 A ultrassonografia 3D/4D, além de ser um importante instrumento que ajuda no diagnóstico de anomalias de superfície do feto, proporciona aos pais um momento de grande alegria por mostrar o bebê em tempo real, 

Dr. Alfeu explica que o ultrassom em 3D ganhou popularidade nos últimos anos devido à maior nitidez e realismo de suas imagens, mostrando o bebê em 3 dimensões. A imagem é formada por uma composição de imagens bidimensionais, tornando possível enxergar detalhes como o formato do nariz e da boca, por exemplo.

E o ultrassom em 4D é a evolução do ultrassom em 3D, criando uma imagem ainda mais próxima da realidade. Tão seguro quanto os outros dois exames, além de observar o bebê em três dimensões, no ultrassom 4D é possível vê-lo se movimentando em tempo real.

O melhor período para realizar um ultrassom 3D ou 4D é entre 26 e 30 semanas de gestação. Nesta fase, o bebê começa a chupar o polegar ou fazer movimentos de sucção com a boca. Suas pálpebras já não estão coladas, o que significa que ele pode abrir e fechá-las regularmente. Ele também está desenvolvendo sua capacidade de ver e ouvir e é possível notar que ele fica sensível a estímulos do ambiente, tais como ruídos, música ou luz.

A saúde e a estética da região íntima da mulher são fatores de grande importância para sua autoestima e, por isso, novos tratamentos, que visam deixa-la mais segura, confiante e livre, vêm surgindo.

Assim como a pele do nosso rosto e corpo, a mucosa da vagina também passa por transformações ao longo da vida e envelhece, o que pode causar diversos problemas, tanto estruturais, como sexuais para a mulher.

Através de um tratamento revolucionário, o laser, que rejuvenesce e recupera a parte íntima feminina em pouco tempo, sem a necessidade de internação, de suturas e desconfortos que envolvem uma recuperação pós cirurgia

Utilizado para uma tratar uma grande variedade de situações que causam desconforto e constrangimento à mulher, como cicatrizes, flacidez, atrofia, incontinência, dentre outros, o laser causa o rejuvenescimento vaginal através de uma nova técnica, a favor da saúde e da autoestima da mulher

 

Clareamento Vaginal

Muitas mulheres reclamam do escurecimento da virilha, lábios e região perianal, que pode ser causado por envelhecimento natural, gravidez, infeções e até uso de roupas muito apertadas.
O clareamento pode ser feito com o laser, dependendo da tonalidade da pele e do grau de escurecimento local”, explica Dr. Alfeu. O laser promove uma renovação da pele, ou seja, as células velhas vão embora e as novas são estimuladas a surgir. O resultado pretendido é tornar a região com a pele mais hidratada e cor homogênea.

Rejuvenescimento íntimo

Grande parte das mulheres queixam-se que com o tempo, a genitália perde volume e ganham flacidez na área externa (os grandes e pequenos lábios), perdendo a elasticidade na parte interna (vagina), gerando grande incomodo, que diminui o ritmo e a satisfação sexual, deixando ela muito constrangida e desconfortável, com ela mesma e com seu parceiro

O laser CO2  devolve ao tecido vaginal a elasticidade e tonicidade perdidas. Ele “devolve” o colágeno e assim, a vagina tende a se estreitar e comprimir. O procedimento é indolor, rápido e não é necessário cuidados e repouso pós laser, pois o tratamento não agride a região, por se tratar de uma mucosa. A atuação do aparelho é interna e descartável, é realizado em clínicas com profissional habilitado e os resultados aparecem já na primeira aplicação, que dura cerca de quinze minutos.

 

Ninfoplastia ou labioplastia
A plástica íntima é uma das campeãs de pedidos nas clínicas. O motivo são os pequenos lábios da vulva serem grandes demais e atrapalharem a performance sexual o que é chamado de hipertrofia. Muitas vezes, eles podem ser puxados durante a penetração. Outras mulheres buscam a técnica por questões puramente estéticas.
A Ninfoplastia é uma cirurgia plástica que reduz os pequenos lábios. Para isso, o cirurgião retira parte deles e reconstrói a estrutura da região, finalizando com pontos que são absorvidos pelo organismo, explica Dr. Alfeu. Utiliza-se a anestesia raqui ou peridural com sedação simples – isso significa que estamos dormindo durante o procedimento. Mas, também pode-se usar apenas anestesia local com sedação, o que permite deixar o hospital no mesmo dia.

A histeroscopia é um procedimento ginecológico rotineiro, realizado para a inspeção da cavidade uterina por meio de endoscopia (ótima muito fina), permitindo o diagnóstico e tratamento de possíveis alterações que acometem a cavidade uterina. Essa é uma técnica minimamente invasiva, isenta de necessidade de incisões cirúrgicas. A histeroscopia é solicitada para dois objetivos principais:

 

Diagnóstica: identificar possíveis alterações na região do canal da vagina, colo ou cavidade uterina. Podendo o médico nesse momento realizar biópsia dirigidas

Cirúrgico: indicado para o tratamento de doenças que acometem a cavidade uterina

 

Portanto, a indicação do exame varia de acordo com a solicitação do especialista, pois poderá servir tanto para o diagnóstico como para o tratamento de uma enfermidade. As principais indicações são:

  • Miomas uterinos;
  • Pólipos endometriais;
  • Presença de aderências pélvicas pós-cirúrgicas (principalmente no caso de pacientes que realizaram curetagens uterinas prévias);
  • Sangramentos uterinos anormais;
  • Abortamentos de repetição;
  • Retenção da placenta ou de substâncias provenientes da gestação após realização de curetagem;
  • Retirada do DIU (Dispositivo intrauterino) – quando o fio não é visível;
  • Análise da cavidade uterina antes de realizar um tratamento de fertilização in vitro.

O exame é realizado com a introdução de uma pequena câmera, chamada de histeroscópio, por meio do canal vaginal até o interior do colo do útero. Essa câmera envia imagens para um monitor, exibindo o interior do corpo uterino. O pós-operatório é, de modo geral, simples e não requer cuidados especiais, mas o médico avalia cada caso e pode dar orientações conforme a necessidade.

Vale lembrar que a histeroscopia diagnóstica pode ser realizada em ambulatório, ao passo que a histeroscopia cirúrgica sempre deve ser realizada em ambiente hospitalar. No caso da histeroscopia diagnóstica, o tamanho da óptica é menor e consequentemente não é necessário realizar anestesia.

  1. Videolapatoscopia

 

Chamamos de Cirurgia Minimamente Invasiva a cirurgia que não se utiliza dos grandes cortes que sempre caracterizaram um ato cirúrgico. Invadir de forma mínima, para nós cirurgiões, significa uma série de medidas para tornar a cirurgia menos traumática e o mais confortável possível para o paciente. Durante muito tempo, quando alguém precisava ser operado, não se sabia muito bem o que iria acontecer. Quantos dias de internação, qual a real possibilidade de complicações, quantas semanas ou até meses para se voltar a trabalhar ou ter de volta uma vida normal.

Nas últimas décadas, foram feitos grandes esforços justamente para melhorar a previsibilidade de uma cirurgia, diminuir suas chances de complicações e de sequelas e aumentar sua efetividade. Talvez o maior dos passos nesta direção tenha sido a adaptação da tecnologia do vídeo para a cirurgia, ou seja, operar sem abrir, observando o que se passa dentro do corpo através da imagem captada por uma câmera e transmitida numa tela de TV.

Por ser menos invasivo do que procedimentos que exigem incisões maiores, a cirurgia de videolaparoscopia apresenta uma série de benefícios. As principais vantagens desse procedimento quando comparado à cirurgia convencional aberta são:

  • Menor período de internação hospitalar;
  • Período de recuperação pós-operatório mais rápido;
  • Menos dor e sangramento no período pós-operatório;
  • Incisões cirúrgicas menores.

videolaparoscopia é realizada sob anestesia geral. Portanto, as pacientes não sentem nenhum quadro de dor durante a realização do procedimento e tendem a receber uma alta hospitalar mais precoce.

Durante a cirurgia, o cirurgião realizará pequenas incisões cirúrgicas na parede abdominal (medindo cerca de 1,0 – 1,5 cm). Por meio dessas incisões são inseridas as óticas, pequenos instrumentos cirúrgicos (pinças) e um tubo pelo qual é introduzido um gás, o dióxido de carbono dentro da cavidade abdominal.

O objetivo da introdução do gás carbônico é distender a cavidade abdominal para promover um aumento na visibilidade das estruturas e proporcionar um maior espaço para o cirurgião realizar qualquer tipo de manipulação cirúrgica.

Após a cirurgia, o gás é retirado da cavidade abdominal e as pequenas incisões cirúrgicas são suturadas. Geralmente, a alta hospitalar pode ser dada no mesmo dia ou no dia seguinte ao procedimento cirúrgico.

  1. Robótica

Diferente do que pensam, a cirurgia robótica minimamente invasivaNÃO é feita através da programação de um robô. Ou seja, ele não executa o procedimento de modo autônomo.

Na verdade, o robô apenas segura os instrumentos cirúrgicos e a câmera. Um cirurgião auxiliar fica junto ao paciente (ao lado do robô) e o cirurgião principal fica sentado em um console. Que fica dentro da sala cirúrgica a alguns metros do paciente e controla os movimentos do robô.

A visão que o cirurgião tem do campo operatório é tridimensional e a câmera é controlada pelo próprio cirurgião, o que garante um posicionamento sempre adequado e ótima definição de profundidade.

Além disso, o robô reproduz os movimentos das mãos do cirurgião, garantindo uma ampla liberdade de movimento e mesmo que o médico tenha um pequeno, tremor, isso é filtrado e não é transmitido ao robô.

Isso significa que a cirurgia robótica tem todas as vantagens da laparoscopia e ganhos adicionais em termos de qualidade de visão, liberdade e delicadeza de movimentos, garantindo uma cirurgia muito mais precisa.

 

Benefícios da cirurgia robótica

 

– Redução do tempo de cirurgia e menor risco de complicaçõe

– Recuperação mais rápida do paciente, com isso, é menor o tempo de internação.

– Redução do risco de sangramento.

– Utilização do software robótico, que possibilita avaliar o suprimento de sangue em um órgão e rastrear linfonodos com possíveis disseminações do câncer.

Os médicos também têm vantagens com o uso do robô. Além de poderem operar casos mais complexos, em que alcançam áreas que até então eram de difícil acesso por outros métodos, eles também têm uma visualização em 3D com um aumento de até 15 vezes a área operada.

O robô tem pinças em seus braços mecânicos com a capacidade de rotação e movimentação muito maior que as pinças convencionais. Outro benefício é a melhor ergonomia para o cirurgião, que otimiza a performance do especialista e garante menor fadiga e maior eficácia em cirurgias mais longas.

  1. Histerectomia Vaginal

A Histerectomia é a retirada do útero. Ela pode ser indicada em diversas situações, como por exemplo miomas uterinos, sangramentos de difícil controle que cursam com anemia, prolapso de órgãos pélvicos, câncer, adenomiose / endometriose, dismenorréia (dor durante o período menstrual), entre outras. Em algumas situações esta cirurgia é acompanhada da retirada cirúrgica dos ovários e trompa.

A histerectomia vaginal é um procedimento cirúrgico para remover o útero através da vagina. Durante uma histerectomia vaginal, o cirurgião separa o útero dos ovários, trompas de Falópio e da parte superior da vagina, assim como o separa dos vasos sanguíneos. O útero é então removido através da vagina.

Por sermos um serviço especializado em cirurgias minimamente invasivas, cerca de 95% das Histerectomias que realizamos são do tipo Vaginal, “sem corte”, pois entendemos que os benefícios para a paciente são maiores quando comparado a outras técnicas, como por exemplo:

  • Menor abertura peritonial (o peritônio é uma membrana que recobre todos os órgãos intestinais e é altamente sensível a dor) com consequente e menor manipulação de alças intestinais, o que proporciona o retorno mais rápido do hábito intestinal da paciente;
  • Menos dor e não provoca grande “inchaço abdominal” após a cirurgia;
  • Menor sangramento, o que passa a ser uma grande vantagem naquelas pacientes que sofrem de anemia;
  • Menor chance de lesão vesical (bexiga) e ureteral (ureteres) durante o procedimento;
  • Uso de anestesia local: anestesia do tipo Raquidiana, com complementação com morfina, o que proporciona à paciente melhor analgesia pós-operatória, recuperação anestésica mais rápida e menos enjoos no pós-operatório;
  • Recuperação pós-operatória mais rápida e alta em 24h.
  1. Correções de prolapso vaginais

O prolapso genital ou mais conhecido como “bexiga caída” é uma doença em que não só a bexiga mas todos os órgãos pélvicos podem perder sustentação e “cair”, formando um abaulamento na vagina.

Além do desconforto, da sensação de “bola na vagina”, pode repercutir na qualidade de vida e impacto social, levando a mulher ao constrangimento, diminuição de interações sociais, atividades físicas e até mesmo ao isolamento.

Tipos

Os principais tipos de prolapso genitais são:

  •  ​Cistocele (prolapso de bexiga): quando a bexiga perde a sustentação e forma um abaulamento na região da vagina.
  • Retocele / enterocele (prolapso de intestino): é quando o intestino perde a sustentação e forma um abaulamento na região da vagina.
  • Prolapso de útero: quando o útero perde a sustentação e pode-se notar seu descenso pela vagina.
  • Rotura de períneo: apesar de não ser um prolapso propriamente dito é uma condição comumente associada ao prolapso por gerar um enfraquecimento de um dos pontos de sustentação dos órgãos da pelve.

Tratamento cirúrgico do prolapso genital: cirurgias sitio-específicas (correção dos defeitos diagnosticados na pelve como reconstrução de fáscias para “levantar” bexiga e intestino, ou cirurgias com telas (que utilizam telas no lugar de ligamento e fáscias para “levantar” os órgãos pélvicos). Essas cirurgias são realizadas pela vagina, sem cortes na barriga, sendo os benefícios maiores:

  • Menos dor e não provoca grande “inchaço abdominal” após a cirurgia;
  • Menor sangramento, o que passa a ser uma grande vantagem naquelas pacientes que sofrem de anemia;
  • Menor chance de lesão vesical (bexiga) e ureteral (ureteres) durante o procedimento;
  • Uso de anestesia local: anestesia do tipo Raquidiana, com complementação com morfina, o que proporciona à paciente melhor analgesia pós-operatória, recuperação anestésica mais rápida e menos enjoos no pós-operatório;
  • Recuperação pós-operatória mais rápida e alta em 24h.
  1. Sling

Um espirro, uma tosse, uma dança ou uma risada mais animada e um escape de urina na calcinha. Pode ser incontinência urinária. É a perda involuntária de urina pela uretra, sem o controle muscular pélvico para “segurar” o xixi.

Apesar de acometer a população mais idosa, a incontinência urinária atinge homens e mulheres de todas as idades, sendo duas vezes mais comum no sexo feminino.

Existem vários graus e tipos de incontinência urinária feminina que podem ser leves a severos: a incontinência urinária de esforço é a perda de urina quando a você tosse, ri, faz exercício e movimenta-se.

Além do tratamento conservador que inclui os exercícios de fisioterapia para os músculos do assoalho pélvico, que são importantes para reforçar os músculos responsáveis pela continência urinária (o “esfíncter urinário”), também chamados de exercícios de Kege, é possível indicar o implante de sling na uretra (canal por onde passa a urina e que liga a bexiga ao meio externo). Esse tratamento minimamente invasivo nada mais é do que a introdução de uma fita de polipropileno (ou de tecido do próprio corpo da paciente) abaixo da uretra, por via vaginal, com o objetivo de aumentar a resistência uretral e reduzir a perda de urina.

Esse procedimento é realizado com raquianestesia (da cesariana) e a paciente em posição ginecológica. O corte é realizado pela parede da vagina abaixo da uretra (canal da urina) e realizado a coleção de uma tela (material sintético). Essa técnica tem o benefício de não abrir a cavidade abdominal, permitindo uma recuperação muito mais rápida e com menos dor.

A palavra “obstetrícia” deriva do verbo em latim “obstare”, que significa “estar ao lado”. Como o nome sugere, a obstetrícia exige dedicação e paciência, cuidar da mulher durante o que chamamos de ciclo gravídico-puerperal, ou seja, durante as fases da pré-concepção, gestação, parto e pós parto (também chamada de puerpério).

 

 

 O objetivo é garantir a normalidade no nascimento das crianças e a qualidade de vida da mulher. Obstetras atendem às gestantes e, depois, às mães. Se tornar mãe, é um momento encantador e deve ser curtido da melhor forma possível. O acompanhamento de saúde da gestante e do bebê é conhecido como Pré-natal e é fundamental para um momento tão importante como a gravidez. Principalmente, por ser um período que a mulher passa por grandes transformações físicas e psicológicas.

O pré-natal deve começar antes mesmo da concepção, pois já nesse período pode-se evitar a transmissão de doenças e detectar cuidados maiores a serem observados durante a gravidez. Quanto mais atenção aos cuidados, menores são as chances de eventuais complicações.

O pré-natal é tão importante, que atualmente, o Ministério da Saúde recomenda que os homens também participem desse acompanhamento. Além dos cuidados com a saúde masculina, também é uma forma de integrar o parceiro à gestação e aos cuidados com o bebê desde o primeiro momento.

O ginecologista é responsável pela manutenção da saúde das mulheres. O profissional é o especialista que realiza os exames preventivos e são responsáveis por identificar problemas que se desenvolvem no útero, nos ovários e na região vaginal. O especialista em ginecologia está apto a cuidar de questões hormonais e realizar procedimentos cirúrgicos nessa região. Por isso o bom ginecologista deve ser bom clínico e um bom cirurgião, explica Dr. Alfeu.

 

As consultas a um ginecologista devem ser um momento de diálogo. Você, mulher, não deve se limitar aos procedimentos habituais, mas precisa aproveitar para tirar todas as dúvidas a respeito da sua vida sexual e de qualquer mudança percebida em seu corpo, como no caso de surgimento de um nódulo de mama.

Assim, você fica mais segura e ajuda o profissional a identificar qualquer anormalidade que esteja se manifestando. Lembre-se de que conversar também é uma maneira de se cuidar, se prevenir, se tratar e, principalmente, de entender como o organismo feminino funciona

O ideal é que a mulher se consulte com um ginecologista pelo menos uma vez por ano. Nessa oportunidade, ela será submetida a uma avaliação clínica, que abrange exames preventivos. Dentre eles, está o exame de toque, o exame pélvico, a coleta do material para o Papanicolau e a mamografia.

Esses procedimentos variam de acordo com a faixa etária da paciente. Com o passar dos anos, a lista passa a incluir ultrassonografias e exames de tireoide, densitometria óssea e metabolismo do cálcio, importantes para o tratamento da menopausa e supervisão do ciclo menstrual.

Agora que você entende melhor o que faz um ginecologista e como seu papel é fundamental para a saúde feminina, é hora de agendar um horário e começar a se cuidar. 

 

A Endocrinologia Ginecológica é a especialidade médica que se refere aos aspectos fisiológicos, principalmente hormonais e reprodutivos, do funcionamento do corpo feminino desde o intra-útero até a senilidade, assim como suas patologias.

Dessa forma, a atenção médica da mulher, nas várias fases da vida, ocorre de maneira diversa em decorrência do estado de desenvolvimento físico dos órgãos genitais e do grau de maturidade psíquica, levando a Ginecologia Endócrina se subdividir em Infanto-puberal e Climatério.

 

A descoberta da síntese e secreção dos hormônios trouxe novos paradigmas na hormonioterapia, tornando várias afecções passíveis de serem tratadas.

 

A menopausa é a parada de funcionamento dos ovários, que deixam de produzir os hormônios estrógeno e progesterona. Não é uma doença, mas apenas um estágio na vida da mulher. É caracterizada pela parada das menstruações, e ocorre geralmente entre os 45 ou 55 anos, mas pode variar bastante de mulher para mulher.

 

Embora algumas mulheres nada sintam durante a menopausa, alguns sintomas podem ocorrer com freqüência, tais como ondas de calor ou fogachos (acontece de 75 a 80% das mulheres), suores noturnos, insônia, baixa do desejo sexual, irritabilidade, depressão, osteoporose, aumento do risco de doenças cardio-vasculares, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual e diminuição da atenção e memória.

 

O ginecologista especializado em endocrinologia da mulher, sabe identificar, definir e indicar quando é necessário o uso de hormônios sintéticos para melhora da qualidade de vida das mulheres que apresentam os sintomas da menopausa.

A saúde e a estética da região íntima da mulher são fatores de grande importância para sua autoestima e, por isso, novos tratamentos que visam deixa-la mais segura confiante e livre, vem surgindo.

 

O envelhecimento natural impõe modificações na genitália feminina com redução da gordura subcutânea, escurecimento e pigmentação da pele, redução da elasticidade e hidratação dérmica, uma das principais queixas relacionadas é a flacidez tissular (da pele) e muscular. O parto normal não altera o tamanho da vagina, pois a musculatura volta ao normal após o parto. No entanto, em alguns casos, os músculos e nervos da região ficam danificados, o que pode alargar um pouco o canal vaginal e causar dor e desconforto durante a relação íntima.

 

 Aplicações de radiofrequência, lasers, PRP (plasma rico em plaquetas) e ácido hialurônico melhoram o aspecto e a volumização dessa área. Com uma intervenção minimamente invasiva é possível modelar e rejuvenescer a zona genital da paciente, devolvendo as características estéticas e funcionais de uma mulher jovem. O laser, um novo tratamento utilizado para uma tratar uma grande variedade de situações que causam desconforto e constrangimento à mulher, como cicatrizes, flacidez, atrofia, incontinência urinária, dentre outros, o laser causa o rejuvenescimento vaginal através de uma nova técnica, a favor da saúde e da autoestima da mulher.

O rejuvenescimento íntimo a laser caracteriza-se por um procedimento intravaginal minimamente invasivo, realizado em consultório, que consiste na introdução de um aparelho que emite um laser de CO2 na vagina da paciente. Basicamente, o tecido flácido e envelhecido presente na pelve da mulher é substituído por um novo tecido, mais firme e mais jovem.

A ginecologia oncológica é uma especialidade responsável pelas ações preventivas, diagnósticas e pelo tratamento clínico e/ou cirúrgico das neoplasias malignas do trato genital feminino.

O câncer ginecológico tem uma alta incidência e é causa relevante de morbidade e óbitos no Brasil e no mundo. Esses tumores são responsáveis por pelo menos 10% de todas as neoplasias malignas nas mulheres brasileiras, quando se desconsidera o câncer de pele não melanoma.

Nos últimos anos tem havido uma melhora significativa dos resultados dos tratamentos, incluindo sobrevida, nas pacientes com câncer de colo uterino, endométrio, vulva e principalmente câncer de ovário.

A abordagem do câncer ginecológico é complexa e ampla compreendendo ações preventivas, diagnosticas e terapêuticas que podem ser realizadas por médicos generalistas, ginecologistas e obstetras e outros especialistas. Porém existem ações e procedimentos de alta complexidade que demandam conhecimentos e treinamentos específicos, que só́ podem ser assimilados através de programas de treinamento em situações e em Instituições que dispõem de recursos para fornecer estes treinamentos. Dessa forma, é fundamental que ginecologistas e obstetras possam se qualificar para prestar assistência em Ginecologia Oncológica de Alta Complexidade.

O especialista em ginecologia oncológica possui conhecimentos sobre fisiopatologia, biologia tumoral, patologia, radioterapia, quimioterapia e cuidados paliativos e encontra-se apto a orientar e intervir, quando necessário, em pacientes com neoplasias ginecológicas.

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